terça-feira, 7 de agosto de 2012


O sexo tem um sentido muito profundo; é o instrumento da expressão do amor conjugal e da procriação. Toda vez que o sexo é usado antes ou fora do casamento, de qualquer forma que seja, peca-se contra a castidade.
A castidade é uma virtude moral. É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual (Cf. Gl 5,22-23). O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo. (Cat. §2345)
“E todo aquele que nele tem esta esperança, se torna puro como ele é puro.” (1Jo 3,3)  A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade do homem em seu ser corporal…
Para se viver uma vida casta é necessário uma aprendizagem do domínio de si; ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz.
Santo Agostinho disse que: “A dignidade do homem exige que ele possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, isto é, movido e levado por convicção pessoal e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa. O homem consegue esta dignidade quando, libertado de todo cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem e procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação.” (Confissões, 10,29,40).
Para se viver segundo a castidade é preciso resistir às tentações através dos meios que a Igreja nos ensina: fugir das tentações, obedecer os mandamentos, viver uma vida sacramental, especialmente freqüentando sempre a Confissão e a Comunhão, e viver uma vida de oração. Muito nos ajuda nisto a reza do santo Rosário de Nossa Senhora e a devoção e auxílio dos santos. (cf. Cat. §2340)
Santo Agostinho disse que: “A castidade nos recompõe, reconduzindo-nos a esta unidade que tínhamos perdido quando nos dispersamos na multiplicidade.” (Confissões, 10,29,40)  A virtude da castidade é comandada pela virtude cardeal da temperança, que faz depender da razão as paixões e os apetites da sensibilidade humana. (cf. Cat. §2341). O homem que vive entregue às paixões da carne, na verdade vive de “cabeça para baixo”; sua escala de valores é invertida; torna-se fraco. Não é mais um homem; mas um caricatura de homem.
Infelizmente a sociedade hoje ensina os jovens a darem vazão e satisfação a todos os baixos instintos; essa “educação” é uma forma de animalizar o ser humano, pois coloca os seus instintos acima de sua razão e  de sua espiritualidade.
O domínio de si mesmo é fundamental para a pessoa ser capaz de doar-se aos outros. A castidade torna aquele que a pratica apto para amar o próximo e ser uma testemunha do amor de Deus. Quem não luta para ter o domínio de si mesmo é um egoísta; não é capaz de amar. Por isso, a castidade é escola de caridade. A Igreja ensina que: “Todo batizado é chamado à castidade. O cristão “se vestiu de Cristo” (Cf. Gl 3,27), modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta segundo seu específico estado de vida. No momento do Batismo, o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade” ( Cat. §2348).
Santo. Ambrósio ensinava que: “As pessoas casadas são convidadas a viver a castidade conjugal; os outros praticam a castidade na continência; isto significa viver a vida sexual apenas com o seu cônjuge. Existem três formas da virtude da castidade: a primeira, dos esposos; a segunda, da viuvez; a terceira, da virgindade. Nós não louvamos uma delas excluindo as outras. Nisso a disciplina da Igreja é rica (Vid. 23)”. ( Cat. §2349)
Também os noivos são chamados a viver em castidade. A vida sexual só deve ser vivida após o casamento, pois só então o casal se pertence mutuamente, e para sempre, com um compromisso de vida assumido um com o outro para sempre.
“Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na castidade”. ( Cat. §2350)
Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br
,
1879348 Propósito do sermão: Mostrar a extrema importância de dedicar tempo um ao outro na convivência do lar, entre os cônjuges e com os filhos.
Texto: Tudo tem o seu tempo determinado, e tempo para todo o propósito debaixo do céu: …tempo de amar, e tempo de aborrecer; tempo de guerra, e tempo de paz.” Eclesiastes 3:1,8
Introdução: Um grande furacão varreu o estado de Kansas. Um casal teve o telhado da casa arrancado. O forte vento levantou a cama onde eles estavam dormindo, arrastando-os suavemente até o jardim. A esposa começou a soluçar estando deitada. O marido no afã de consolar a sua esposa lhe disse: Não chores! Não fiques triste! Vamos encontrar uma maneira de consertar tudo isto! Sua esposa lhe respondeu: “Mas eu não estou chorando porque estou triste. Estou chorando porque estou contente. Esta é a primeira vez em vinte anos que saimos juntos ao jardim para falar de nós.” – Eles não tinham tempo para eles mesmos, estavam orfãos.
I. Porque muitos casais dedicam cada vez menos tempo para estarem juntos depois de casados?
  1. Porque eles pensam que pelo fato de conviverem juntos, dormir juntos e comer juntos, já é suficiente.
  2. A longa distância do trabalho, tanto dele como dela. Somando a isto os problemas que vão distanciando-os um do outro, e o excesso de trabalho. Voltam cansados para o lar, só para descansar.
  3. A falta de diálogo para planejar juntos a administração do tempo.
  4. Existe a tendência de seguir cada um em seus própios caminhos.
  5. O único tempo que passam juntos é quando estão cansados e irritados.
  6. O trabalho extra, horas vendo televisão, fazendo as compras, os encontros a noite, ocupam o tempo que se deveria dedicar um ao outro.
    1. Um casamento feliz não pode existir com restos de tempo.
    2. Um bom casamento não pode se desenvolver, quando o único tempo que se dedicam é o resto do final do dia quando estão exaustos.
    3. A comunicação expressiva que é essencial no casamento geralmente é deixada para os momentos apressados ou tarde.
II. Quais as consequências de não dedicar tempo para estarem juntos?
  1. Geralmente começam a alimentar suspeitas, dúvidas e desconfianças um do outro.
  2. Cada um se transforma em uma ilha.
  3. Ignoran as necessidades reais do lar.
  4. A qualquer momento pode vir a infidelidade conjugal.
  5. Nascem as incompreenções e os desentendimentos conjugais.
  6. Os filhos crescem em anarquía, sem límites nem controle.
  7. A TV, e outros ocupam o tempo dele e de seus filhos.
  8. Não há mais conselhos nem disciplina no lar.
  9. Nenhum dos dois tem tempo para fazer o culto familiar.
III. Cuidado com os ladrões do seu tempo
  1. A TELEVISÃO É UM LADRÃO DE OLHOS GRANDES. Ela toma preciosas horas de sua intimidada conjugal, e de seus filhos. Longos filmes ao pé do televisor roubam seu tempo e suas energías.
  1. COMPROMISSO COM O TRABALHO E COM AS PESSOAS. Você já ouviu isto? “Meu esposo tem tempo para seu trabalho e para as outras pessoas, mas não sobra nada para mim. Por isso estou rompendo meu casamento.” “Meu marido reduz o tempo dedicado para mim...”
  1. ENCONTROS NOS CLUBES E REUNIÕES NOTURNAS. Estas são as mais perigosas, porque vem um descontrole das regras do lar.
  1. EVENTOS ESPORTIVOS E REUNIÕES COM ALMOÇO, podem também roubar o tempo de nossa familia.
IV. É necessário parar e fazer um pacto de tempo entre os dois
Quando separamos tempo para abrir nosso coração para o outro, para ler a mente um do outro e desfrutar da presença do outro, então o amor cresce e o compromisso se fortalece.
Todo casamento precisa de tempo reservado e regular para conversar sobre preocupações específicas, principalmente aquellas que lhes estão afetando, como a falta de tempo. Você tem que dar alguns passos para programar o tempo para estar juntos, sozinhos, e tomar decisões, lembrando estas considerações:
A. ESCREVAM AMBOS SEPARADO O QUE PENSA COM RESPEITO A FALTA DE TEMPO DOS DOIS. Apresente suas idéas e preocupações sobre este tema.
B. DEPOIS FAÇAM SUAS AFIRMAÇÕES PESSOAIS. Que sejam a mais competa possivel.
C. DESPOIS LEIA CADA UM O QUE ESCREVEU. Conversem sobre seus sentimentos, entendimentos, discordância e ajustes que encontrem nescessário fazer.
D. FAÇAM JUNTOS UM PACTO DE TEMPO. Analizem quais são os melhores dias e horas apropiadas para estarem juntos.
E. QUANDO ESTIVEREM SATISFEITOS PODEM TOMAR SUAS DECISÕES. Façam um esforço mútuo para cumprir esses horários.
V. FAÇAM UMA AGENDA DO SEU TEMPO.
Seus três compromissos principais de tempo são estes:
A. MEU TEMPO PARA DEUS. Quando colocamos Deus em primeiro lugar, nosso relacionamento é sempre abençoado. Faça sua devocional pessoal e seu culto familiar.
B. NOSSO TEMPO CONJUGAL E PARA OS FILHOS. Como se faz um projeto financiero, podemos fazer um projeto do nosso tempo e dessa maneira administra-lo sabiamente.
Suponhamos que temos para investir 168 horas por semana
Como usaremos essas horas? Exemplo:
1. Tempo para Deus........................................15 horas
2. Tempo para o cônjuge e os filhos.........…...........14 horas
3. Tempo para meu trabalho….................……....... 40 horas
4. Tempo para dormir….................................... 56 horas
5. Tempo para administrar outras coisas:.......….......43 horas
                                                                             _________
                                                                             168 horas
C. MEU TEMPO PARA O TRABALHO. Este tempo é importante, porque cumprimos o que Deus disse: “seis dias trabalharás e farás toda tua obra” (Êxodo 20:9). Geralmente a carga horária de trabalho semanal por pessoa está entre 40 e 50 horas.
Conclusão
  1. Nada é mais apropiado para suavizar o amor conjugal que a comunicação.
O nivel de satisfação conjugal está relacionado com a quantidade de tempo que um casal dedica cada dia para conversar.
  1. Os casais devem reservar periódicamente um tempo especial para estarem juntos para:
1. Conversar sobre o que está sucedendo entre eles
2. Ouvir as profundas inquietudes que cada um tem.
  1. O segredo é encontrar pequenas porções de tempo diárias, em vez de esperar algum feriado ou passar um dia inteiro juntos.
Exemplo: Planeje um almoço juntos de vez em quando, ou saiam para passear no parque sozinhos.
  1. Pratiquem a fórmula que faz milagres nos casamentos: “ETEP”
E = Estimule o seu cônjuge a fazer alguma coisa que lhe ajude em seu crescimento.
T = Toquem-se e abracem-se cada dia.
E = Elogiem-se. Aprove com palavras de elogio alguma ação do seu cônjuge.
P = Passem tempo juntos todos os dias.
  1. Filhos de todas as idades se sentem apegados ao pai ou a mãe que lhes dedicam tempo.
VOCÊ PODERÍA FAZER POR ESCRITO UM PACTO DE TEMPO COM SEU CÔNJUGE, QUE INCLUA SAIR JUNTOS E SOZINHOS UMA VEZ POR SEMANA, PASSAR ALGUM TEMPO DIARIAMENTE FALANDO DOS SEUS SENTIMENTOS E DEPOIS ORAR JUNTOS.

Read more: http://www.opregadorfiel.com.br/2010/04/amar-o-conjuge-significa-investir-tempo.html#ixzz22ugwXCLu

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Para ser feliz verdadeiramente
A sede de felicidade foi colocada em nosso coração pelo próprio Deus, porque ele nos criou para sermos felizes com Ele. Mas o pecado desvirtuou o sentido da felicidade; e agora, ao invés de buscarmos a felicidade que traz alegria, corremos atrás da felicidade que traz somente o prazer.
Inventaram agora um tal SEGREDO, através do qual você pode satisfazer todos os seus desejos não atendidos até hoje; é um sonho, uma miragem no deserto. A felicidade não é esta proposta por esta magia fantasiosa. A Carta da Felicidade é aquela que Jesus nos ensinou no Sermão da Montanha.
Ser feliz não é ter uma vida perfeita, sem dor e sem lágrimas; mas saber usar as lágrimas para regar a esperança e a alegria de viver. Ser feliz é saber usar as pedras nas quais tropeçamos para reforçar as bases da paciência e da tolerância. Não é apenas se encantar com os aplausos e elogios; mas saber encontrar uma alegria perene no anonimato.
Ser feliz não é voar num céu sem tempestade, caminhar numa estrada sem acidentes, trabalhar sem fadiga e cansaço, ou viver relacionamentos sem decepções; é saber tirar a alegria de tudo isto e apesar de tudo isto.
Ser feliz não é só valorizar o sorriso e a festa, mas saber também refletir sobre o valor da dor e a tristeza. Não é só se rejubilar com os sucessos e as vitórias, mas saber tirar as grandes lições de cada fracasso amargo.
Ser feliz é não se decepcionar e nem desanimar com os obstáculos e dificuldades, mas usá-los para abrir as janelas da inteligência e modelar a maturidade.
Ser feliz é ser forte na hora de perdoar, ter esperança no meio da batalha árdua, lutar com bravura diante do medo, saber suportar os desencontros. É acreditar que a vida é a maior empresa do mundo.
Ser feliz é jamais desistir de si mesmo e das outras pessoas. É jamais desistir de ser feliz; vivendo e crendo que a vida é um espetáculo e um banquete.
Ser feliz é uma atitude de vida; uma maneira de encarar cada dia que recebemos como um lindo presente de Deus. É não se esquecer de agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida que se renova.
Ser feliz é crer que há pessoas esperando o seu sorriso e que precisam dele. É saber procurar o que há de bom em tudo e em todos, antes de ver os defeitos e os erros.
Ser feliz é não fazer dos defeitos dos outros uma distância mas uma oportunidade de aproximação e de doação de si mesmo. É saber entender as pessoas que pensam diferente de nós e saber ouvi-las atentamente, sem respondê-las com raiva.
Ser feliz é saber ouvir o que cada pessoa tem a nos dizer, sem prejulgar ou desprezar o que tem para nos dizer. É saber sonhar, mas sem deixar o sonho se transformar em fuga alienante.
Ser feliz é fazer dos obstáculos degraus para subir, sem deixar de ajudar aqueles que não conseguem subir os degraus da vida. É saber a cada dia descobrir o que há de bom dentro de você e usar isto para o seu bem e o dos outros.
Ser feliz é saber sorrir, mas sem se esconder maliciosamente atrás do sorriso; mostrar-se como você é, sem medo. É não ter medo dos próprios sentimentos e ter coragem de se conhecer e de se amar. É deixar viver a criança alegre, feliz, simples e pacífica que existe dentro de você.
Ser feliz é ser capaz de atravessar um deserto fora de si mesmo, mas ser sempre capaz de encontrar um oásis dentro no seu interior.
Ser feliz é ter coragem de ouvir um Não e continuar a caminhada sem desanimar e desesperar. É ser capaz de recomeçar de novo quando se errou o caminho. É acreditar que a vida é mais bela do que a suas dores, desafios, incompreensões e crises.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se fazer autor da própria história.
Ser feliz é ter maturidade para saber dizer “eu errei”; “eu não sei”; “eu preciso de você”…
Ser feliz é ter os pés na terra e a cabeça nas estrelas; ser capaz de sonhar, sem medo dos sonhos, mas saber transformar os sonhos em metas.
Ser feliz é ser determinado e nunca abrir mão de construir seu destino e arquitetar sua vida; não ter medo de mudanças e saber tirar proveito delas. Saber tornar o trabalho objeto de prazer e  realização pessoal.
Ser feliz é estar sempre pronto a aprender e se orgulhar de absorver o novo. Ter coragem para abrir caminhos, enfrentar desafios, criar soluções, correr riscos calculados. Sem medo de errar.
Ser feliz é saber construir equipes e se integrar nelas. Não tomar para si o poder, mas saber compartilhá-lo. Saber estimular e fortalecer os outros, sem receio que lhe façam sombra. É saber criar em torno de si um ambiente de fé  e de entusiasmo.
Ser feliz é não se empolgar com seu próprio brilho, mas com o brilho do resultado alcançado em conjunto. É ter a percepção do todo sem perder a riqueza dos detalhes.
Ser feliz é não se esquecer de agradecer o Sol, desfrutar gratuitamente dos encantos da natureza, do canto dos pássaros, do murmúrio do mar, do brilho das estrelas, do aroma das flores, do sorriso das crianças.
Ser feliz é cultivar muitas amizades; é estar pronto para ser ofendido sem ofender, sem julgar e condenar.
Ser feliz é não ter inveja e saber se contentar com o que se tem; é saber aproveitar o tempo que passa; é não sofrer por antecipação o que ainda não aconteceu; é saber valorizar acima de tudo a vida.
Ser feliz é falar menos do que se pensa; é cultivar uma voz baixa. É nunca deixar passar uma oportunidade sem fazer o bem a alguém.
Ser feliz é saber chorar com os que choram, sorrir com os que sorriem, rezar com os que rezam.
Ser feliz é saber discordar sem se ofender e brigar; é recusar-se a falar das faltas dos outros; é não murmurar.
Ser feliz é saber respeitar os sentimentos dos outros; não magoar ninguém com gracejos e críticas ácidas.
Ser feliz é não precisar ficar se justificando; pois os amigos não precisam de explicações e os inimigos não acreditam nelas.
Ser feliz é nunca se revoltar com a vida; é agir como a árvore que permanece calada mesmo observando com tristeza que o cabo do machado que a corta é feito de sua madeira.
Ser feliz é ser como a raiz da árvore que passa a vida toda escondida para poder sustenta-la.
Ser feliz é não deixar que a tristeza apague o seu sorriso; é não permitir que o rancor elimine o perdão; que as decepções eliminem a confiança; que o fracasso vença o desejo da vitória; que os erros vençam os acertos; que a ingratidão te faça parar de ajudar; que a velhice elimine em você o animo da juventude; que a mentira sufoque a verdade.
Ser feliz é ter força para ser firme, mas ter coragem para ser gentil; é ter coragem para ter dúvida.
Ser feliz é ter o universo como caminho; o amor como lei; a paz como abrigo; a experiência como escola; a dificuldade como estímulo; o trabalho como benção; o equilíbrio como atitude; a dor como advertência; a perfeição como meta.
Ser feliz é amar a Deus e ao próximo.
Prof. Felipe Aquino

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Porque a preocupação exagerada com o dia de hoje?

          



        Certa vez alguém perguntou a Jesus, o que vou comer? o que vou vestir? como vou viver? na verdade o que será de mim no amanhã?
          Jesus respondeu, que nem o rei salomão com toda sua riqueza na conseguiu viver e se vestir tão bem, como como uma simples planta ou como um simples pássaro. Essas simples criaturas de Deus não se preocupam com o dia de hoje! pois Deus os sustenta com o necessário para o dia de hoje! Agora imagine eu e você que somos filhos amados de Deus, e que somos amados com um amor incondicional, que dizer o Senhor Deus Pai não impõem nenhuma condição para nos amar, simplesmente nos ama do jeitinho que estamos. Viva o dia de hoje e lute por algo melhor no dia de amanhã, pois Deus estará sempre com você.
 
 
 
 
                                                                                                                  Berg e Angelica
                                                                                                                   Fiquem na Paz!  
Jesus coloca a humildade como porta para o Reino de Deus

Quando Jesus começou a pregar Ele falou muito do Reino de Deus. “Não vos preocupeis com a vossa vida, com o que havereis de comer ou beber; nem com o vosso corpo, com o que havereis de vestir” (Mt 6,25). “Pelo contrário, buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo” (Mt 6,33).
Muitas vezes, pensamos: “Será que vale a pena trabalhar por esse Reino de Deus? Ser chamado de beato, carola?” Jesus diz: vale, eu vou lhe dar 100 vezes mais nesta vida e no futuro a vida eterna (cf. Mc 10). Quando você entrega o seu coração, Deus faz. Viva conforme a vontade de Deus Pai. Buscar o Reino de Deus não é você deixar sua casa e sair pregando o Evangelho, viver o Reino de Deus é viver como Cristo ensinou.
Jesus coloca como porta para o Reino de Deus a humildade. Ele explica isso nos dizendo que temos de ser como crianças, pois é delas o Reino dos Céus, pois elas são humildes, não se acham melhores que os outros. A criança chega a um ambiente em que não conhece ninguém, não importa se é pobre ou rico, preto ou branco, ela começa a brincar com todo o mundo. A criança não se preocupa se amanhã vai haver almoço, ela se preocupa com o hoje. Não é como nós que nos preocupamos com o amanhã. As crianças nos ensinam muito, a sua pureza, elas não têm o fogo sexual, elas são puras, castas. A criança tem seus defeitos pelo pecado original, ela morde a outra quando esta pega seu brinquedo por exemplo, mas sempre tem muito a nos ensinar.
Nós somos orgulhosos e precisamos pedir muito a Jesus, com a intercessão da Virgem Maria e de São José, a graça da humildade. Lúcifer se perdeu por causa do seu orgulho, ele viu como era belo e quis ser como Deus. Então ele voltou ao seu nada, pois ele rompeu com a fonte que lhe dava toda a beleza. O demônio não tentou Eva pela sexualidade, ele a tentou pela soberba, dizendo-lhe que, quando comesse da fruta, ela se tornaria como Deus, e Eva comeu e contou a Adão e este também a comeu. E o pecado entrou na humanidade por meio da soberba, por isso Jesus e Maria venceram o pecado pela humildade.
A Santíssima Virgem Maria disse em seu Magnificat: “Ele olhou para a humildade de sua serva”, Deus a escolheu, pois ela era a mais humilde das mulheres. Por que Jesus chegou à cruz? Ele, sendo Deus, não se orgulhou de ser Deus, mas se rebaixou ao se fazer homem. Deus se fazer homem é uma coisa humilhante, pois Ele se limita; assim como não aceitaríamos se nos propusessem que nos tornássemos uma formiga. Jesus aceitou a se sujeitar ao tempo, à fome. Aceitou ser escravo e a morte, morte de cruz por obediência. Cristo sofreu tudo isso porque Ele precisava quebrar a soberba de Adão.
Não podemos ser soberbos, pois a nossa vitória não está nela; está na nossa fraqueza, pois é a na nossa fraqueza que podemos sentir o poder de Deus. Jesus nasceu numa gruta fria, pois não teve berço para nascer, Ele não tinha onde reclinar a cabeça, não teve nada d’Ele, tudo o que usou foi emprestado, quando entrou em Jerusalém pediu até mesmo um jumento emprestado. A única coisa que não foi emprestada e que, de fato, era d’Ele, era a cruz, pois Ele sabia que com ela Ele nos libertaria do pecado e nos tiraria de toda soberba.
E no versículo 24, no capítulo 7, de Mateus está escrito: “Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática é como um homem sensato, que construiu sua casa sobre a rocha”. Aquele que ouviu ao sermão da montanha é semelhante ao homem que construiu a sua casa na rocha. E Jesus termina com uma frase muito triste: “Vai ser grande sua ruína”, pois existe muita gente com a vida arruinada, pois não acreditou em Deus, não construiu sua casa na rocha e pôs sua confiança em falsas doutrinas.
“Buscai primeiro o Reino de Deus e sua justiça” (Mt, 6, 33). Viva de acordo com o Evangelho, não tenha medo de pautar sua vida em cima do ensinamento do sermão da montanha (cf. Mt 5,6 e 7).


Prof. Felipe Aquino

                                 O amor não sobrevive de teorias

Lidar com os limites dos outros

Se você não consegue lidar com os limites dos outros, é porque você não consegue lidar com os seus limites. A rejeição é um processo de ver-se.

Toda vez que eu quero buscar no outro o que me falta, eu o torno um objeto. Eu posso até admirar no outro o que eu não tenho em mim, mas eu não tenho o direito de fazer do outro uma representação daquilo que me falta. Isso não é amor, isso é coisa de criança.

O anonimato é um perigo para nós. É sempre bom que estejamos com pessoas que saibam quem somos nós e que decisões nós tomamos na vida. É sempre bom estarmos em um lugar que nos proteja.

Amar alguém é viver o exercício constante, de não querer fazer do outro o que a gente gostaria que ele fosse. A experiência de amar e ser amado é acima de tudo a experiência do respeito.

Como está a nossa capacidade de amar? Uma coisa é amar por necessidade e outra é amar por valor. Amar por necessidade é querer sempre que o outro seja o que você quer. Amar por valor é amar o outro como ele é, quando ele não tem mais nada a oferecer, quando ele é um inútil e por isso você o ama tanto. Na hora que forem embora as suas utilidade, você vai saberá o quanto é amado.

Tudo vai ser perdido, só espero que você não se perca. Enquanto você não se perder de si mesmo você será amado, pois o que você é significa muito mais do que você faz.

O convite da vida cristã é esse: que você possa ser mais do que você faz! ”

quinta-feira, 26 de julho de 2012


O Amor É Decisão

Ricardo Sá

Como poderei dizer que foi por acaso?
De repente quando eu vi estava ao teu lado
Teu amigo eu me tornei
Fui entrando em tua vida pra valer
Encantei sem querer
Mas é Deus quem tudo faz, então tive que esperar
O amor quando é real não leva-nos para o mal
Mais maduro eu me tornei e em Deus fui dando passos
E hoje aqui venho apenas dizer: amo muito você!
Se amor é decisão, eu decidi te amar
Você veio em minha vida pra me completar
E de Deus iremos ser
Lado a lado em qualquer situação
Sendo um só coração.
Viver a castidade é um grande desafio, especialmente nos dias de hoje, mas, por isso mesmo, é grande o valor daquele que a vive. Comparo-o a um lírio branco que nasce no meio do lodo. Ou a um campeão que venceu uma disputa.

Para São Tomás de Aquino a alma que produz o fruto da castidade torna-se realmente angélica. E ao contrário dos tormentos interiores, agitação e ansiedade em que vivem aqueles que se entregam as paixões desordenadas, o Casto já antegoza o Céu na terra.





FROF. FÉLIPE AQUINO

Prof. Aldo,


O blog FALANDO COM DEUS, deseja tudo de bom para você aniversariante do dia 25 de Julho de 2012, Jesus te Proteja e te guarde para sempre.... Muitas bencãos a Você e toda sua Família.

   
Comemoramos no dia 26 de julho o dia dos Avós


A Igreja celebra hoje a memória dos pais de Nossa Senhora, São Joaquim e Santa Ana, conforme nos informa o Proto – Evangelho apócrito de Tiago, do século II. É uma informação histórica verdadeira, confirmada por outras fontes da Tradição. No Oriente já se venerava Santa Ana no século VI.  A piedosa Santa Ana, estéril, após fervorosas orações, obteve de Deus o nascimento da Virgem Maria, tendo-a consagrado a Deus aos três anos de idade no Templo de Jerusalém.
A comemoração deste dia nos dá a oportunidade de refletir sobre a importância dos avós e dos idosos na vida da família e da sociedade. Mais do que lançar confetes em seu rosto, precisamos pensar com seriedade sobre a sua vida.  
Sabemos que em todos os países o número de pessoas idosas aumenta a cada dia; vive-se mais hoje e nascem menos crianças. Assim, os idosos ocupam hoje um lugar de destaque nas sociedades, e essas estão voltando os seus olhos para eles. E a Igreja não pode ficar alheia a esta realidade. Por isso precisa fomentar a Pastoral da Pessoa Idosa, que não existe em muitas paróquias.
Quanto mais a vida moderna agita os lares, mais importância as pessoas idosas têm na vida da família e dos seus filhos e netos. Hoje a maioria dos pais e mães trabalham fora de casa, e muitos netos ficam a cargo das avôs e avós, que prestam um grande serviço a seus filhos na educação dos netos. A sabedoria deles, a experiência nas coisas do lar, ajudam muito na educação dos seus netos. Sem contar que muitos deles já foram professores de muitas disciplinas, além de música, dança, e tantas coisas que podem agora transmitir aos jovens e crianças.
Da mesma forma esta experiência acumulada pode ajudar muito a Igreja no seu trabalho de evangelização de crianças,  jovens e adultos. Penso que em primeiro lugar, a Pastoral dos idosos deve olhar para isso, e abrir-se para esta riqueza disponível de tantas pessoas sábias, doutas, que podem ser muito úteis à Igreja. Por outro lado, isto dará aos idosos que dispõem de tempo, uma atividade importante em suas vidas, trazendo-lhes valorização, realização e vida mais longa. Sabemos que a inatividade pode apressar a morte de uma pessoa idosa. É preciso valorizar a pessoa do idoso.
Em muitas atividades eles podem ser úteis: na catequese das crianças, jovens e adultos, na formação específica, nos Conselhos paroquiais e diocesanos, na administração das obras e finanças, na liturgia, nos trabalhos de escritório, no atendimento às pessoas, na oração, etc. Ficamos muito tempo a mingua de uma boa catequese, e por isso, muitos de nossos jovens e adultos de hoje  não sabem sequer a relação dos Sacramentos e Mandamentos; penso que muitos idosos podem ajudar a Igreja a vencer esse atraso. Muitos católicos foram para as seitas porque lhes faltou a catequese.
O documento do V CELAM, de Aparecida, pede que a Igreja esteja em “estado permanente de missão”, e isto deve incluir os idosos. Mas a pastoral do idoso tem o outro lado, que é levar a eles a boa acolhida e o amor de Cristo. Sabemos que muitos idosos têm uma vida difícil, e por isso a Pastoral deve se preocupar em dar-lhes assistência espiritual, material e afetiva. Muitas famílias deixam os seus idosos em situação difícil; às vezes doentes, sem recursos financeiros, sem às vezes até um lar, vivendo na solidão, abandonados…  Não há dúvida de que esse idoso é o “pobre mais pobre”, aquele que o braço de Cristo, através da Igreja, deve alcançar com mais urgência.
O mundo de hoje é muitas vezes injusto e insensível com os idosos; muitos deles são vistos como pessoas que “só dão trabalho”, já não produzem mais, são abandonadas nos asilos; e, pior ainda, pesa-lhes sobre a alma, em alguns países,  a ameaça da eutanásia, que a cada dia cresce no mundo todo. Os jornais noticiaram que muitos idosos da Holanda estão deixando os asilos daquele país, com medo da eutanásia, e estão se abrigando nos asilos da Alemanha onde a eutanásia não é legal.
Que horror! Que injustiça! Essa pessoa que trabalhou a vida toda, que construiu a sociedade, agora é empurrada para a morte como se fosse apenas um estorvo, e não um ser humano… Não podemos chamar a isto de civilização, antes de barbárie.
Na velhice, todas as faculdades físicas enfraquecem. Os olhos já não enxergam como antes; os passos agora são lentos e, muitas vezes, precisam do apoio de bengalas; os ouvidos já não ouvem bem; os dentes já não são fortes como antes; os braços já não podem fazer força… o corpo dói com facilidade porque os músculos são frágeis e todos os órgãos já estão cansados. Facilmente, a doença se instala. É ai então que a caridade de Cristo deve agir. É então nesta fase que o idoso mais precisa do calor dos jovens, do seu carinho, apoio e companhia caridosa. Isto nos sugere unir de certa forma a catequese dos jovens e das crianças aos idosos.
A Pastoral do idoso deve, então, se preocupar com a sua “acolhida”; não ficar esperando que ele chegue à Paróquia, porque  muitos deles já não têm mais condições de ir a ela. Então, é a Paróquia que deve ir a eles. Conheço uma família ex – católicos que se tornou protestante porque a avó da família ficava só e doente em casa o dia todo. Recebendo a visita dos protestantes que a acolheram, trataram dela, oravam com ela, etc., ela foi para a igreja deles, e levou toda a família. Penso que isto se repete muito hoje. É uma grave omissão das nossas pastorais, e que precisa ser corrigida.
Esta lição nos ensina que a Pastoral do idoso precisa ir de rua em rua, de casa em casa, descobrindo e acolhendo cada idoso que precise de ajuda. Muitos deles já não podem ir à Igreja, então precisam receber os Sacramentos em casa. É nesta hora que se vê a grandeza da Pastoral. Se a nossa caridade para com os outros irmãos não é esquecida por Deus, quanto mais a caridade para com os idosos!

Prof. Felipe Aquino

domingo, 15 de julho de 2012

Imagem de Destaque

Você é teimoso ou persistente?

É fácil identificar a diferença entre os dois
A+ A-
Add to FacebookAdd to DiggAdd to Del.icio.usAdd to StumbleuponAdd to RedditAdd to BlinklistAdd to TwitterAdd to TechnoratiAdd to Yahoo BuzzAdd to Newsvine

O teimoso é fechado às opiniões alheias, é rebelde e intransigente, faz tudo contrário ao que lhe é pedido. Por vezes, chega a ser avesso, simplesmente pelo prazer de contrariar. A Palavra de Deus nos apresenta os fariseus e escribas no tempo de Jesus como exemplo de teimosia.

Já o persistente tem a mente aberta às visões diferentes, por isso mesmo tem mais propriedade e sensibilidade para crer em sua intuição. Ele acata ordens, age com humildade e, quando não prevalece sua "certeza", confia que as coisas se resolverão no tempo de Deus, e não segundo sua urgência. A tenacidade que ele manifesta não é sinal de obediência cega e irracional, mas fruto da esperança evangélica, pois, ele acredita que a verdade prevalecerá.

Realmente não é fácil nos dobrarmos a um direcionamento que, a princípio, nos parece absurdo e infundado, como aquelas ordens que recebemos e sabemos que não tratam da verdade, mas sim da vontade, do bel-prazer de quem detém o poder.

A teimosia leva à incoerência e ao descrédito; já a persistência gera constância e solidez nos propósitos que trazemos no coração. Se você tem razão, se o que faz é,
verdadeiramente, de qualidade, não se preocupe, porque, em algum momento, você será justificado, pois tudo provém de Deus e “Deus é verdade”. (cf. Catecismo da Igreja Católica nº. 214)
Assista também: "Rebeldia x obediência", com monsenhor Jonas Abib


São Francisco de Assis é um grande exemplo de persistência. Em atenção à Palavra do Senhor, ele corrigiu os erros de muitos religiosos de sua época, não por força de argumentos ou de acusações, mas por seus atos coerentes, por meio de uma fidelidade inabalavél a Deus e à Igreja. Sua convicção do que deveria ser mudado foi combustível, primeiramente, de seu próprio carisma de vida: “viver a radicalidade da pobreza”. Assim, por meio de seu testemunho, demonstrou que as igrejas deveriam, urgentemente, rever muitos de seus conceitos aplicados naquele tempo.

Entretanto, diante das dificuldades e dos julgamentos, São Francisco podeira ter virado as costas para a Igreja Católica e fundar sua própria, como fizeram tantas pessoas ao longo dos séculos. Porém, preferiu se manter obediente, pois, se assim procedesse, estaria acatando o pedido do Senhor: “Francisco, reconstrua a minha Igreja”.

“A Igreja não precisa de reformadores, mas de santos”,
afirmava o saudoso beato Papa João Paulo II. Desta forma, para vivermos a vontade de Deus devemos ter persistência, "esperança", principalmente nos relacionamentos, no trabalho, na escola... Enfim, em todos os momentos de nossa vida.

Possamos assim, mesmo diante das injustiças ou simplesmente do não reconhecimento dos dons que trazemos, sermos fiéis àquilo que Deus nos pede ou confia a nós. 

Acredite que a intuição e o talento que lhe são dados pelo Senhor terão mérito um dia. Mas para isso é preciso ser persistente, mas não teimoso!

São Francisco de Assis, rogai por nós!
Foto Sandro Ap. Arquejada
blog.cancaonova.com/sandro
Membro da Comunidade Canção Nova, formado em Administração, colunista do Portal Canção Nova, autor do livro: "Maria humana como nós".

Imagem de Destaque

Bateu aquela tristeza?

Não se perca em seus sentimentos
A+ A-
Add to FacebookAdd to DiggAdd to Del.icio.usAdd to StumbleuponAdd to RedditAdd to BlinklistAdd to TwitterAdd to TechnoratiAdd to Yahoo BuzzAdd to Newsvine
As expressões "estou triste" ou "estou deprimido" parecem tão comuns em nossos dias, mas pouco paramos para pensar no que nos leva a esses “estados de tristeza”. Mais ainda: algumas pessoas pensam tanto nela, que alimentam, eternamente, um sentimento que, usualmente, representaria e expressaria apenas uma fase passageira de sua vida.
Situações difíceis e estressantes exigem de nós uma capacidade de adaptação que nos permite voltar a alcançar um estado emocional normal. Pensar naquilo que é positivo é uma forma de superar os momentos de tristeza sem negá-los, mas, também, sem valorizar fortemente tal situação. Buscar atividades sociais, esportivas e de lazer também são formas externas de lidar com este sentimento.
Estar triste e sentir tristeza são condições psicológicas que fazem parte da vida humana, e não há por que temer vivenciar tal estado. Sentir dor pela perda, viver o luto, terminar um namoro, ter frustrações nas amizades  e experimentar que a vida não é feita só de alegrias é o conjunto dinâmico e equilibrado da vida. Porém, muitas vezes, desenvolvemos respostas emocionais negativas e, a partir delas, tudo se torna uma tristeza constante; ou mesmo criamos nossos filhos deixando-os “protegidos” de qualquer ameaça.

Assista também: "Prepara-te para o tempo da provação", com padre Fabrício Andrade

Depressão é muito mais do que uma tristeza, mas esta, se for cultivada e excessivamente valorizada, pode se tornar uma doença. Ficar triste faz parte da vida, não precisa de tratamento e nos permite experimentar o lado bom e o ruim da vida. Muitas pessoas evitam, a todo custo, o sofrimento ou mesmo evitam que as pessoas ao seu redor sofram. Com isto, apenas alimentam uma vida de conto de fadas. O tempo da tristeza é relativo e está bastante relacionado ao tipo de situação que vivemos.
Por outro lado, pense no seguinte: nosso tempo nos coloca um ritmo para que vivamos os processos da vida sem dor, sem sofrimento e com muita rapidez. Não admitir a armagura é um mecanismo de defesa, algo que nos protege, que faz com que evitemos as situações.
O que a tristeza tem para nos ensinar? Nem toda melancolia é depressão, nem tudo é curado com remédios. Encarar as situações negativas com serenidade, observando os fatos e as consequências é muito importante. Quando admitimos que somos parte de um problema, podemos rever nossas atitudes e crescer. Ao fazer o papel de vítima – que pode ser mais confortável e bastante cômodo – não assumimos nossas culpas e “terceirizamos” nossos os problemas. Sempre haverá um culpado, uma situação difícil ou coisa assim. Mas vale lembrar também o quanto algumas pessoas têm uma visão extremamente negativa de si, sem perceber nada de positivo no que fazem, olhando o mundo por um olhar altamente crítico, negativo; apenas valorizando as desolações.
A satisfação é feita de frustrações, de perdas e dores. Evitar o sofrimento é como “negar” uma parte importante da vida e experimentar apenas o imediato, a necessidade urgente de estar melhor, as alegrias de um mundo que cultiva o imediatismo e o prazer de uma vida fácil. Nesta reflexão, faço a você um novo convite: que possamos dar um significado às tristezas da vida sem fugir delas, mas saindo fortalecidos desta batalha, superando as dificuldades do momento, valorizando as experiências e retomando o ciclo normal de nossas vidas. Não há solução fácil, mágica ou imediata, mas é algo possível a partir da nossa iniciativa e nosso empenho, com uma forma diferente de encarar a vida.

Deixe seu comentário!
Foto Elaine Ribeiro
psicologia01@cancaonova.com

Elaine Ribeiro, Psicóloga Clínica e Organizacional, colaboradora da Comunidade Canção Nova.
Blog: temasempsicologia.wordpress.com
Twitter: @elaineribeirosp

13/07/2012 - 08h00 Tags: deprimido triste frustrações capacidade tristeza

Comente

sábado, 14 de julho de 2012







  

Encontrei viajando pela internet, essa linda HISTÓRIA, quantas vezes na vida, precisamos decidir quem vai sobreviver, o verdadeiro AMOR é assim!    


 

                                                           Berg e Angelica

                                                               14-7-2012

Um casal de namorados estava em alta velocidade de moto na estrada...
Menina: Devagar! Estou com medo...
Menino: Não! É divertido!
Menina: Não é não! Por favor, está me assustando!
Menino: Tudo bem, então diz que você me ama?
Menina: Certo. Eu te amo.
Menino: Agora me dê um grande abraço.
*menina o abraça*
Menino: Você pode tirar o meu capacete e colocar em você? Tá me incomodando.

  No jornal do dia seguinte havia a seguinte notícia:
"Uma moto bate por causa de problemas no freio.
Duas pessoas estavam nela, mas somente uma estava de capacete e sobreviveu."
A verdade é que descendo a estrada, o garoto percebeu que os freios haviam falhado, mas ele não queria que a garota soubesse. Ao invés disso ele fez com que ela dissesse que o amava, sentiu seu abraço uma última vez e a fez colocar o seu capacete para que ela pudesse viver, mesmo sabendo que por causa disso ele iria morrer.

Felizes os que conseguem amar com essa intensidade.

De longe essa foi uma das mais lindas mensagens que eu recebi... e a pessoa que enviou me perguntou:

"E você... para quem daria o capacete!?"

pensem nisso....
::Por: Adriano de Oliveira




Quinta, 12 de julho de 2012
O que devemos esperar das pessoas?


Normalmente esperamos mais do que as pessoas são capazes de dar, o que é um grande equívoco e causa de sofrimento!
O segredo para uma convivência sempre sadia e uma porta aberta para surpresas é justamente não esperar nada dos demais, deixando-os livres de nossas expectativas e das aprovações deles a nosso respeito.
Na verdade, temos um certo prazer em manter as pessoas presas àquilo que queremos delas. Libertemos, então, a todos e deixemos que sejam, pensem e ajam como queiram.
Assim, elas serão mais felizes; e nós, mais serenos!

Agora vamos rezar juntos? Clique no blog.cancaonova.com/ricardosa.



Seu irmão,
Ricardo Sá

quarta-feira, 11 de julho de 2012

 Só para relembrar as boas coisas e surpresas, que a vida nos traz. Quero que saiba que você mim faz muito feliz.

 É preciso Amar, como se não tivessimos a certeza de um amanhã. Principalmente se esse Amor estiver fundamentado em um  relacionamento. Lute para falar sobre o amor hoje, pois o amanhã pode não aconteçer.


                                                             Berg e Angelica 11-7-2012

                                                            Fiquem na Paz!




                                                                       

                                            

Amor, casamento e superação: conheça a linda história de Viviane e Fábio

O que você faria se o amor da sua vida não te reconhecesse mais? Veja como o casal conseguiu manter a união e superar as dificuldades

Laila Magesk - Da Redação Multimídia

"O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba".
 1° Cor. 13, 7-8.

Viviane
Viviane Thomasi. Foto: Zenilda Brasil
No mês de maio, o Gazeta Online fez um especial sobre casamento, com várias dicas para preparar uma bela cerimônia e uma festa inesquecível. Mas do que adianta tantos investimentos se o amor não for a base desta relação?

E foi repleto deste sentimento que o casal Viviane Thomasi, 37 anos, e Fabio Campostrini, 35 anos, conseguiu superar as dificuldades e permanecer juntos.

Só para ter uma ideia do que passou a enfermeira Viviane, mãe de dois meninos pequenos, imagine se seu marido (a) ou namorado (a) esquecesse o dia que vocês se conheceram ou se casaram? Provavelmente, você ficaria chateada (o). Agora, e se ele ou ela esquecesse quem você é? Ela conta como tudo aconteceu.

Leia também:
Noivos são estrelas de 'Hollywood' por um dia
Guia do casamento. Confira dicas para tornar esse dia inesquecível
Vai casar ao ar livre? Viva o seu momento em grande estilo
Dúvidas sobre a cerimônia e a festa de casamento? Assista ao vídeo chat
Conheça a comunidade "Meu Casamento"
Estrelas do casamento agora estão em cima do bolo

História

"No último ano de faculdade, vim trabalhar em Aracruz. Aluguei uma casa em frente à casa de Fábio. Todos os dias, eu passava em frente à casa dele e ele sempre me observava. Eu pensava: caramba! Ele não faz nada? Puxa, era uma das greves da Ufes e ele estava em casa neste período. Eu fiquei incomodada com tantos olhares e acabei gostando.

Ele demorou um tempo para me conquistar, mas depois de um ano estávamos casados. Foi um casamento meio rápido, porque Daniel já estava a caminho (risos). Então, não deu tempo para realizarmos uma cerimônia. Fábio já estava na reta final do curso e precisávamos nos ajeitar e preparar um cantinho para morarmos - tudo aconteceu muito rápido.

Mas Fábio prometeu que iria casar comigo. E eu acreditei (risos).

O tempo foi passando, nossa vida foi sendo construída. Eu ainda falava: quando vamos nos casar? Agora o pajem está pronto para entrar na igreja. Mas nada de casamento (risos). Foram muitas prioridades também. Gastos com o nosso bem-estar, a construção de uma casa própria, troca de carro e a formalização do casamento ia para último plano.

E quando Daniel estava com 6 anos, eu engravidei de Danilo. Depois que Danilo nasceu, eu disse que teria dois pajens e que agora eu iria casar. Todos os nossos amigos riam dessa história e diziam que Fábio nunca iria casar comigo.
Viviane e a família
Viviane com o marido e os filhos Daniel e Danilo. Foto: Zenilda Brasil
O acidente

No dia 08 de maio de 2008, nossa história mudou abruptamente. Eu diria que um giro de 180º. Fábio sofreu um acidente automobilístico, bateu em uma árvore e teve um traumatismo craniano grave. Chegou ao hospital com o prognóstico muito ruim.

Fiquei sem sentir meus pés no chão por vários dias. A descarga é tão intensa, que você para. O mundo continua. Precisei continuar trabalhando, cuidando das crianças e de Fábio. Tinha acabado de desmamar Danilinho, e o acidente aconteceu dois dias antes do aniversário dele de dois anos.

Foi muito difícil, porque achei que ele fosse morrer. Toda a família se envolveu para nos ajudar. Minha mãe, avó, sogra, amigas, cunhada, tias e tantas outras pessoas. Porque só tem noção da dimensão de um problema quando você o vivencia. Ele ficou em coma 13 dias e um mês internado no Hospital Rio Doce, em Linhares.

Com 45 dias, fomos para Belo Horizonte, para a universidade, em busca de recursos e no aguardo da vaga para a Rede Sarah de Hospitais. Neste período, Fábio não falava, nem andava e comia com muita dificuldade. A vaga no hospital estava demorando muito, então retornamos a Aracruz.

Depois de 15 dias aqui, graças a Deus a vaga no hospital de reabilitação saiu. Minha sogra ficou com Fábio, porque eu precisava ficar com as crianças, que inevitavelmente sentiam também o tamanho do contexto. Aos poucos, ele ia reabilitando, falando, andando e desenvolvendo com muitas limitações suas atividades.

É muito desgastante viver com uma pessoa sem memória. No meio da madrugada em um dos tantos episódios, Fábio questionou quem era o bebezinho que estava ao lado dele. Eu, que graças a Deus tenho um pouquinho de senso de humor, falei: papai, Danilinho. Danilinho, papai.  Muito prazer. E a mamãe precisa dormir para trabalhar amanhã.

Viviane e a família
Viviane e o marido. Foto: Zenilda Brasil
Superação

Fábio me "conheceu" oito meses após o acidente. Na "loucura" dele, ele achava que eu era outra pessoa. Me conheceu pelo perfume que eu estava usando.

Um dia passei um perfume que há tempos não usava. Para minha surpresa, ele falou: meu Deus, Viviane usava este perfume. Você é Viviane? Ri bastante, mas foi incrível. Porque a partir deste dia, ele entendeu que tinha uma família.

Era uma loucura! Ele não tinha organização de pensamento, das emoções e sentia que não estava neste planeta. Não tinha memória recente. Até hoje, ele ainda tem déficit de memória recente e alterações de comportamento. Mas se o amor é a essência da vida, vamos conduzindo com amor todas as diferenças e situações.

Assim que Fábio apresentou uma lucidez considerável, resolvemos selar a união e renovar os votos de amor eterno.

Escolhemos o dia 08 de janeiro de 2010, no final da tarde de um dia quente e azul de verão para oficializarmos o nosso casamento. Na semana seguinte, fomos para Fussen, na Alemanha, conhecer o castelo de Neuschwanstein.

A cada dia Fábio melhora. Mas as sequelas existem. Vamos conduzindo da forma que conseguimos...

Prefiro dizer que Deus nos sustenta a cada novo dia. E é sempre um dia de cada vez".


Fico felissimo em divulgar noticias como essa, prova de AMOR E SUPERAÇÃO, sei que todos nós temos probelmas na vida, mais temos as soluções. é preciso lutar e está ao lado de quem precisa de você. Pois o momento de Amar é agora.

                                                                         Berg e Angelica 11-7-2012
                                                                                  Fiquem na Paz!

SUPERAÇÃO: História de casal de Patos de Minas que venceu luta contra o crack é destaque no Balanço Geral

19/06/2012

Karlla e Ismael se conheceram pela internet e ele era viciado em crack. Hoje ambos lutam para tirar pessoas deste vício.


O programa Balanço Geral da TV Paranaíba/Record exibiu nesta terça-feira (19) a emocionante historia de um casal de Patos de Minas que venceu a luta contra o crack. A história de amor entre Karlla Ludmila de Araújo  e  Ismael de Lima Santos começou a cerca de dois anos através de um bate papo pela internet, mas após 20 dias de conversa, a jovem descobriu que o namorado era dependente químico e contrariando todas as expectativas decidiu ajudá-lo na difícil tarefa de se livrar do vício.


Karlla conta que após  diversos períodos críticos, Ismael pediu ajuda e foi internado em fazendinhas e  por último em uma clínica de reabilitação involuntária. “Ele usou muita droga de um sábado para um domingo, passou mal e na tarde do domingo, o resgate veio até a porta da nossa casa para buscá-lo, foram anjos que o levaram.”.


A jovem lembra que durante os meses em que Ismal ficou internado o casal trocou diversas cartas de amor e hoje, esses textos estão guardados em uma pasta. Segundo Karlla, é possível observar a melhora do namorado por meio das cartas. “Podemos perceber a evolução dele através da letra: no início era uma letra com dor, depois vem uma letra redondinha com eu te amo e me chamando de princesa”, explicou.


Após seis meses de internação involuntária no Centro Especializado em Dependência Química – Cedeq, Ismael conseguiu se libertar do crack e atualmente ajuda pessoas que são viciadas em drogas.


Ele se lembra do período de dependência química, no qual foi preso por diversas vezes e chegou a furtar objetos de familiares para manter o vício, e diz que hoje se sente uma pessoa honrada por Deus.


Ismael também agradece a Karlla por não ter o abandonado nos momentos difíceis. “Eu agradeço muito a Deus por ter colocado você (Karlla) na minha vida, depois de tudo que passamos juntos, noites sem dormir... E hoje podemos ver que valeu a pena eu entrar em uma instituição involuntária”.


Ismael e Karlla se casaram há cerca de um mês e planejam aumentar a família. De acordo com Karlla, ter um filho sempre foi um sonho do casal e este desejo contribuiu para a recuperação do marido. A jovem explica que mencionava o filho nas cartas destinadas a Ismael para lembrá-lo que se ele não melhorasse o sonho dos dois não seria realizado.


Pessoas que estejam vivendo o mesmo drama enfrentado pelo casal podem entrar em contato com eles por meio do número (34) 92576726.